Aula de Campo Aula de campo da disciplina de Educação e Relações Étnicos Raciais, ministrada pelo professor Eric Maheu, realizada no dia 13 de dezembro de 2017, na Ilha de Maré, proporcionou a nós estudantes de Ciências Sociais, um amplo conhecimento sobre a história da Ilha que está situada ao leste da Baía de todos os Santos, fica a cinco quilômetros de São Tomé de Paripe. Durante o percurso podemos nos desfruta de paisagens belíssimas, com praias com águas cristalinas e areia fina, cercada de uma densa vegetação. A Ilha oferece pontos turísticos bastante atrativos, artesanato riquíssimo em renda e bicos e uma linda Igreja de Nossa Senhora das Neves, que foi construída no século XIV, por Bartolomeu Fernandes Pires, a igreja foi tombada pelo IPHAN, em 1958 e é considerada uma das igrejas mais antiga do Brasil, seus festejos são comemorados na primeira quinzena de agosto com a festa de Nossa Senhora do Amparo e do Bom Jesus do Amparo. Todo o percurso re...
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ASSOCIAÇÃO DE MULHERES NEGRAS RUA: Elísio Mesquita, 54, Pirajá Nova CEP: 41295-360 – Salvador – BA CNPJ: 03329025/0001-21 Prezada (o) companheira (o) de luta, A Associação de Mulheres Negras Quilombo Zeferina tem a honra de convidá-la (o) para participar do evento de celebração da imortalidade da guerreira Zeferina, líder do levante no Quilombo do Urubu em 1826. O objetivo dessa atividade é vislumbrar o poder do nome da guerreira que inspira a nossa caminhada e nos convida para revelar o passado histórico e cultural da mulher negra, na luta pela libertação do seu povo. Nesta ocasião, a família Zeferina terá o prazer de recebe-lo (a) para uma visita celebrativa, quando poderá conhecer nossos projetos e vislumbrar nossos sonhos. As atividades pela celebração da imortalidade de Zeferina serão no dia 17 de dezembro (domingo), deste, com início às 09:00. Após a concentração na praça General Labatut (ao lado da Igreja...
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No dia 30 de novembro de 2017, a amostra quilombola das escolas quilombolas municipais da Ilha de Maré, que teve como objetivo trabalhar com questões voltadas para a diversidade cultural, tendo em vista que está poderá favorecer o educando na sua compreensão e aquisição de novos saberes a respeito da sociedade em que vivemos, procurando reafirmar sua identidade enquanto quilombola e cidadão brasileiro. Houve várias atividade : Oficina de confecções de artesanato que foram produzidos ao longo do ano pelos alunos; Feira Cultural; Contação de História; Apresentações musicais e de dança ; Culina da região
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Esse vídeo fala sobre a Educação Étnico Racial na educação infantil. Sobre a lei 10.639/03, muitas escolas ainda são resistentes para aplicar essa lei, assistindo esse vídeo reportei a minha infância. Eu estudava em uma escola particular, nessa época eu tinha 7 anos e me lembro que algumas crianças riam do meu cabelo e porque usava óculos, as vezes eu reclamava com a professora e ela não fazia nada, certo dia houve um desfile na escola e eu não fui selecionada, somente minhas colegas brancas e de cabelo liso desfilaram, perguntei minha irma mais velha que cuidava de mim o por quê de não me chamarem pra desfilar, ai ela me disse que meu cabelo era um de balaio e modelo não tem cabelo ruim. Eu era apenas uma criança que não tinha noção de nada, infelizmente fui criada dentro de um sistema em que as pessoas vão destruindo sua identidade por conta do preconceito racial.
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1 Esse documentário mostra como rede globo de televisão mostra de forma negativa o papel do negro na sociedade. a atual novela da globo (Do Outro Lado Do Paraíso) causa uma verdadeiro repudio. “A negação do Brasil - O negro na telenovela brasileira” (2001), livro-documentário do diretor Joel Zito Araújo, analisa o papel da grande mídia, mostrando como é representado o povo negro nas novelas produzidas no Brasil entre 1963 e 1997 e as consequências destas representações nos processos de construção identitárias no pais. Meu objetivo aqui é seguir este percurso e analisar a representação do povo negro nas novelas produzidas pela Rede Globo entre 1969 e 2015. A Cabana do Pai Tomás Escrita por Hedy Maia, Péricles Leal e Walter Negrão, com direção de Fábio Sabag, Daniel Filho, Walter Campos e Régis Cardoso, "A Cabana do Pai Tomás" (Rede Globo), foi ao ar no dia 7 de Julho de 1969, no horário das 19h. Baseada no romance "Uncle Tom’s Cabin" (185...
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No ultimo sábado 25/11/2017 Ruby Bridges completou 63 anos. Ruby Bridges, primeira criança negra, do sul dos EUA, a ir à escola com o fim da segregação racial. Com 6 anos de idade, Ruby Bridges tornou-se voluntária, pelos seus pais, para participar de um procedimento de integração em uma escola de brancos do sul dos Estados Unidos da América, região que insistia em não respeitar a lei pelo fim da segregação racial. Ruby Bridges foi aceita por imposição da Justiça e estou no Jardim da Infância da William Frantz Elementary School, de Nova Orleans. O caminho para escola no seu primeiro dia de aula foi marcado por apalpamentos ruidosos de donas de casa e adolescentes brancos enraivecidos, medo e racismo. E quando entrou na escola, Ruby encontrou um espaço silencioso e vazio. Mães furiosas tiraram as suas crianças da escola, alegando que elas só voltariam quando a menina negra saísse. Os professores também se recusaram a trabalhar, à ex...
Comunidade Quilombola de Cinzento Ba
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C inzento, uma comunidade negra remanescente de quilombo, situada no Sudoeste da Bahia, distante 77km de Vitória da Conquista.Os dados obtidos através de dezesseis histórias devida, ao lado de inventários e observação, permitem dizer que realmente o Cinzento é um remanescente de quilombo.Mais precisamente,o Cinzento foi constituído por pessoas escravizadas fugitivas, tendo mais de 150 anos de existência.O seu isolamento étnico-cultural, faz com que o Cinzento mantenha aspectos peculiares na forma de ser e de viver, em relação a cultura regional.Seus habitantes vivem em comunidade, praticam agricultura de subsistência, casam-se entre parentes e sua religião é uma mescla de catolicismo popular, com elementos das afro-brasileiras.Esse grupo vive dificuldades de infra-estrutura,assistência social, além de conviver com a retaliação racial do município ao qual pertence.