Esse vídeo fala sobre a Educação Étnico Racial na educação infantil. Sobre a lei 10.639/03, muitas escolas ainda são resistentes para aplicar essa lei, assistindo esse vídeo reportei a minha infância. Eu estudava em uma escola particular, nessa época eu tinha 7 anos e me lembro que algumas crianças riam do meu cabelo e porque usava óculos, as vezes eu reclamava com a professora e ela não fazia nada, certo dia houve um desfile na escola e eu não fui selecionada, somente minhas colegas brancas e de cabelo liso desfilaram, perguntei minha irma mais velha que cuidava de mim o por quê de não me chamarem pra desfilar, ai ela me disse que meu cabelo era um de balaio e modelo não tem cabelo ruim. Eu era apenas uma criança que não tinha noção de nada, infelizmente fui criada dentro de um sistema em que as pessoas vão destruindo sua identidade por conta do preconceito racial.
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Mostrando postagens de novembro, 2017
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1 Esse documentário mostra como rede globo de televisão mostra de forma negativa o papel do negro na sociedade. a atual novela da globo (Do Outro Lado Do Paraíso) causa uma verdadeiro repudio. “A negação do Brasil - O negro na telenovela brasileira” (2001), livro-documentário do diretor Joel Zito Araújo, analisa o papel da grande mídia, mostrando como é representado o povo negro nas novelas produzidas no Brasil entre 1963 e 1997 e as consequências destas representações nos processos de construção identitárias no pais. Meu objetivo aqui é seguir este percurso e analisar a representação do povo negro nas novelas produzidas pela Rede Globo entre 1969 e 2015. A Cabana do Pai Tomás Escrita por Hedy Maia, Péricles Leal e Walter Negrão, com direção de Fábio Sabag, Daniel Filho, Walter Campos e Régis Cardoso, "A Cabana do Pai Tomás" (Rede Globo), foi ao ar no dia 7 de Julho de 1969, no horário das 19h. Baseada no romance "Uncle Tom’s Cabin" (185...
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No ultimo sábado 25/11/2017 Ruby Bridges completou 63 anos. Ruby Bridges, primeira criança negra, do sul dos EUA, a ir à escola com o fim da segregação racial. Com 6 anos de idade, Ruby Bridges tornou-se voluntária, pelos seus pais, para participar de um procedimento de integração em uma escola de brancos do sul dos Estados Unidos da América, região que insistia em não respeitar a lei pelo fim da segregação racial. Ruby Bridges foi aceita por imposição da Justiça e estou no Jardim da Infância da William Frantz Elementary School, de Nova Orleans. O caminho para escola no seu primeiro dia de aula foi marcado por apalpamentos ruidosos de donas de casa e adolescentes brancos enraivecidos, medo e racismo. E quando entrou na escola, Ruby encontrou um espaço silencioso e vazio. Mães furiosas tiraram as suas crianças da escola, alegando que elas só voltariam quando a menina negra saísse. Os professores também se recusaram a trabalhar, à ex...